sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Ser Fluminense.. Por Pedro Bial

Sim Tricolor como eu Pedro bial,jornalista escreveu esse texto que resume todo amor e Carinho de toda a torcida tricolor com o nosso time de guerreiros.

Ser Fluminense

Ser Fluminense é entender esporte como bom gosto. É ser leal sem ser boboca e ser limpo sem ser ingênuo.

Ser Fluminense é aplicar o senso estético à vida e misturar as cores de modo certo, dosar a largura do grená, a profundidade do verde com as planuras do branco.

Ser Fluminense é saber pensar ao lado de sentir e emocionar-se com dignidade e discrição. É guardar modéstia, a disfarçar decisão, vontade e determinação. É calar o orgulho sem o perder. É reconhecer a qualidade alheia, aprimorando-se até suplantá-la.

Ser Fluminense não é ser melhor mas ser certo. Não é vencer a qualquer preço mas vencer-se primeiro para ser vitorioso depois. É não perder a capacidade de admirar e de (se) colocar metas sempre mais altas, aprimorando-se na busca! E jamais perder a esperança até o minuto final.

Ser Fluminense é gostar de talento, honradez, equilíbrio, limpeza, poesia trabalho, paz, construção, justiça, criatividade, coragem serena e serenidade decidida.

Ser Fluminense é rejeitar abuso, humilhação, manha, soslaio, sorrateiros, desleais, temerosos, pretensão, soberba, tocaia, solércia, arrogância, suborno ou hipocrisia. É pelejar, tentar, ousar, crescer, descobrir-se, viver, saber, vislumbrar, ter curiosidade e construir.

Ser Fluminense é unir caráter com decisão, sentimento com ação, razão com justiça, vontade com sonho, percepção com fé, agudeza com profundidade, alegria com ser, fazer com construir, esperar com obter. É ter os olhos limpos, sem despeito, e claro como a esperança.

Ser Fluminense, enfim, é descobrir o melhor de cada um, para reparti-lo com os demais e saber a cada dia, amanhecer melhor, feliz pelo milagre da vida como prodígio de compreensão e trabalho, para construir o mundo de todos e de cada um, mundo no qual tremulará a bandeira tricolor.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A Torcida Tricolor

O Fluminense Football Club possui torcedores ilustres e famosos, entre eles presidentes, monarcas, artistas e personalidades. A torcida tricolor sempre foi conhecida por protagonizar grandes espetáculos dentro e fora das Laranjeiras, tanto que na década de 50 chegou a ser premiada, em 1950, 1951 e 1952, ao vencer a Competição de Torcidas, organizada pelo Jornal dos Sports. Ao longo dos anos a tradição foi mantida e em 2008, na final da Taça Libertadores da América, no Maracanã completamente lotado, a torcida do Flu promoveu um espetáculo jamais visto em um estádio de futebol, emocionando até mesmo adversários eternos e provocando em cada um dos tricolores um enorme orgulho de torcer pelo cube tantas vezes campeão.

Encarnando um espírito empreendedor e inovador a torcida tricolor vem dando provas de amor incondicional ao clube e assinando verdadeiros shows, através dos Mosaicos Tricolores, que cobrem as arquibancadas do Maracanã e contam com a participação de todos os torcedores, sem distinção, unidos apenas pelo objetivo de incentivar o time e expor seu amor pelo Fluminense.

O Fluminense tem diversos apelidos, sendo o “Tricolor” o mais próximo, por retratar o verde, grená e branco de sua bandeira e uniforme. O jargão "pó-de-arroz", durante tantos anos representado pela torcida na entrada da equipe em campo com a explosão de milhares de pacotes de talco, popularizou-se por conta da contratação do jogador Carlos Alberto, no início do século XX.

Em 1914, vindo do América para o Fluminense, o atleta teve receio de enfrentar algum preconceito dos aristocráticos tricolores por ser da raça negra. Por isso, no jogo realizado em 13 de maio de 1914, Carlos Alberto tentou disfarçar sua cor, pulverizando pó de arroz no corpo. Durante o jogo, porém, o suor que lhe escorria pelo rosto, o deixou com um aspecto malhado e, ao perceber o truque, vieram das arquibancadas das Laranjeiras, os gritos de "pó de arroz". Estava decretado mais um apelido do clube, até hoje carinhosamente assim chamado.

Alguns torcedores tornaram-se personalidades folclóricas e inesquecíveis da torcida tricolor, devido ao amor, paixão e fidelidade ao time. Chico Guanabara foi um desses inigualáveis tricolores, que não perdia um só jogo e estimulava o time berrando e reclamando com o juiz. O famoso Barriga, também faz parte dessa galeria. Na vitória ou na derrota bebia: para comemorar ou chorar as mágoas. Mas sóbrio ou não, era um perfeito cavalheiro, respeitador, incapaz de falar palavras obscenas e não escondia que seu ídolo maior era o jogador Welfare.

Um terceiro personagem não pode ser esquecido: Batista, sargento da Marinha, que tinha passe livre dentro do clube e intermediava os jogos do Fluminense com o Riachuelo Football Club. Já os torcedores mais jovens se acostumaram a ver nas arquibancadas no Maracanã o “Careca”, que seguia para o estádio com o corpo coberto por pó-de-arroz, bandeira tricolor amarrada às costas, como uma capa, e assistia aos jogos de pé, entre o primeiro degrau da arquibancada e o parapeito. Careca animava a torcida com seus cantos e batismos com pó de arroz mas, a cada ataque adversário que representava perigo real, se abaixava atrás do guarda-corpo para não ser testemunha de um gol contra o seu tricolor.

Cada tricolor deve lembrar de um torcedor como esses que não chegou a um ícone, mas nem por isso foi menos tricolor. Bom exemplo era o Professor. O apelido foi dado pelos vizinhos que, como ele, sempre assistiam aos jogos no mesmo lugar, atrás do gol nas Laranjeiras. Além de torcer para o time, o Professor era notório por corrigir os erros de português dos profissionais da imprensa, durante a transmissão das partidas, arrancando aplausos e gargalhadas dos tricolores entre um ataque e outro do Flu. Outros tantos se tornaram conhecidos por formar um grupo, como a Legião Tricolor, uma torcida que se prepõe a cantar os 90 minutos, incentivar sempre o time, criar novas músicas e resgatar a prática antiga de colorir as arquibancadas, agitando bandeiras tricolores durante todo o jogo.

Dentre artistas consagrados, chefes-de-estado, intelectuais e famosos não são poucos os que torcem pelo Fluminense. Mas a Torcida Tricolor é composta em sua maioria por uma multidão anônima, que põe a paixão pelas três cores acima de tudo, que acredita sempre, que canta o hino não só com a voz, mas com a alma, que reverencia seus ídolos do presente e do passado, que não abandona o barco jamais sendo na 1 ,2 ou 3 divisão, que sente o coração bater descompassado ao ver o time entrar em campo, que eterniza esse amor desmedido através das novas gerações e que entoa nos estádios os versos que sintetizam o que é torcer pelo pó-de-arroz das Laranjeiras

Sem contar que sempre estaremos onde o nosso tricolor estiver..


“É por isso que eu canto, que visto esse manto, orgulho de ser tricolor”...

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Imprensa mediucre

Essa Imprensa adora infernizar a vida o time do Fluminense. Cada dia e uma história diferente. Estão piores do que fofoqueiros de celebridade.
Estão de todas as formas querendo fazer com que os jogadores percam a cabeça e acabem fazendo besteira. Tudo isso acontece porque simplesmente nenhum desses jornalistas aguentam ver o Flu na boa fase que ele se encontra Lider do Campeonato Brasileiro.
A história de hoje é que viram o Fred saindo de uma casa de sucos na Barra da Tijuca.
Mais agora gostaria de entender o porque publicar em um jornal uma foto do Fred saindo de um teatro com um grupo de amigos e dizer que o cara todo dia sai e não quer saber do time so quer saber de balada?
Como um Jornalista consegue escrever  sem realmente contar o acontecido?
Essas coisas me irritam. Tudo bem que o Cara ta machucado mais tudo tem seu limite. Fred está se dedicando ao máximo ao tratamento que e durante toda a semana e sem reclamar.
Bato palmas pra ele que além de ser um otimo jogador tem um grande carater e respeito pela torcida tricolor.
Ele já teve muitas oportunidades de voltar pra Europa e preferiu ficar aki onde o próprio disse estar bem..
Espero que ele volte logo!!!!
E pra esses Jornalistas so digo : Se eles querem nos destabilizar eles não irão conseguir!!!!
Que me desculpem os jornalistas que fazem jornalismo de verdade...